Prefeitura de Maricá encerra ciclo de entregas dos cartões mumbuca

Durante os três dias de evento, mais de 20 mil pessoas receberam o benefício no espaço montado em Araçatiba

A Prefeitura de Maricá concluiu neste domingo (05/11) a entrega dos cartões mumbuca para os mais de 20 mil novos beneficiários do programa Renda Básica de Cidadania (RBC), que passaram na estrutura montada em Araçatiba ao longo dos três dias de evento. Ao todo, 26 mil novos integrantes receberão 200 mumbucas (equivalente a R$ 200) por cada pessoa da família.

O aumento do número de beneficiários foi de 113%, pois passou de 42.897 mil para 91.487 mil moradores. O valor investido pelo município agora é de R$ 18 milhões por mês com recursos dos royalties do petróleo. No futuro, somente os rendimentos da poupança do Fundo Soberano de Maricá - que deve atingir a marca de R$ 2 bilhões em 2024 - garantirá a manutenção das políticas públicas para os próximos anos.

Durante a solenidade de entrega, o prefeito Fabiano Horta fez questão de avisar aos novos beneficiários que seus cartões já estavam aptos a serem utilizados.

“Todo mundo que está aqui vai sair com o seu cartão da moeda social carregado e sua senha para já poder usar de imediato. Hoje vai ter frango na mesa e muita alegria. E mais, construímos a mensagem de lei à Câmara Municipal que será votada em breve. E, se for aprovada, o cartão Mumbuca vai aumentar de valor, passando do equivalente a 200 reais para 230. Viva o Mumbuca! Viva Maricá! Viva a conquista do povo!”, anunciou Fabiano sendo aplaudido pelas milhares de pessoas que estavam na tenda.

Presidente do Banco Mumbuca, Manuela Mello, disse que estava realizada em participar da inclusão de mais de 90 mil pessoas no programa Renda Básica de Cidadania.

“Estamos hoje no último dia de um ciclo com muita emoção e felicidade porque estamos incluindo e transformando a vida de todo o maricaense. A Renda Básica veio para garantir o nosso direito de sobreviver e esse presente é para toda a cidade de Maricá porque é mais economia circular, mais dinheiro nos comércios locais, pessoas estudando e tendo uma qualidade de vida que é mínima e que tem que ser garantida pelo Estado”, declarou Manuela.

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